QUAL O SEU SEGREDO DE SUCESSO?

segredo-do-sucesso21Num ambiente cada vez mais conturbado, em meio a tantas incertezas, dúvidas e a falta de um norte, o que fazer para se destacar perante a multidão e alcançar o que muitos não conseguem? Muitas respostas podem surgir, como: Perseverança, Determinação, Planejamento, Foco e Empreendedorismo. Se pensarmos num ambiente macro, todas as respostas estão corretas, mas em meu entendimento uma palavra que resume tudo isto chama-se VENDA. Aí muitos podem me perguntar, o que a palavra venda tem a ver com isso? Sou enfático em afirmar TUDO! O primeiro passo para alcançar o que você procura, é você vender para si próprio e ser capaz de comprar de você mesmo o que vende. A partir desse momento, você já está preparado para vender aos outros, como o seu filho que precisa comprar de você o seu exemplo, como a sua esposa que precisa comprar de você a sua ideia, como os seus familiares e amigos que precisam comprar de você o seu entusiasmo e a empresa que você trabalha e a sua equipe que precisam comprar de você a sua liderança. E para finalizar, o mercado e seus clientes que precisam comprar de você uma solução. Mas sem esquecer que você será apenas o instrumento e não o Salvador da Pátria.

Há todo momento negociamos ou vendemos algo. Com isso o vendedor de uma empresa é o propulsor básico de um negócio. É o elo entre a empresa e o cliente. Para se concretizar uma venda com sucesso os vendedores precisam de estratégias para uma abordagem aos clientes certos, no momento certo e da maneira certa. A responsabilidade do negócio é de todos, mas o resultado só acontece com a soma das diferenças, que deverá ser direcionada e canalizada através da Gestão da Equipe, onde o Gestor tem como responsabilidade liderar a equipe pelo exemplo e pela persuasão, os capacitando para atingir os resultados propostos. Sua missão é ser uma fonte de inspiração e procurar motivar de todas as maneiras a equipe. Uma equipe entrosada e motivada com pleno conhecimento das necessidades do cliente e posicionamento de mercado representará êxito no atingimento dos resultados.

A melhor forma de buscar o êxito, é despertar as pessoas através de capacitação e treinamento, procurando conciliar suas vidas profissionais e pessoais, onde haja um equilíbrio em seus papeis, evitando desta forma um desequilíbrio capaz de comprometer suas vidas. O segredo é aplicar técnicas que contemplem o trabalho, mas sem abrir mão da família, dos amigos e do lazer. Onde o processo de venda acaba sendo consequência natural do dia a dia. Pois o êxito em vendas só é possível com um pensamento voltado para a autodeterminação, com metas bem traçadas, muita perseverança e continuidade. A boa liderança deve manter e elevar a motivação do grupo, treinar e se reunir com o grupo constantemente, superar expectativas e estabelecer metas.

Busque um diferencial para sua vida. Assuma o compromisso de mudar. Melhore a sua capacidade pessoal. Melhore o gerenciamento de sua vida, lembrando que a vida e o sucesso não se resumem apenas ao trabalho, mas a todo o ambiente em sua volta (família, amigos, lazer). E esteja preparado para as constantes mudanças que o ambiente e a vida nos proporcionam, a isto denominamos Resiliência.

O segredo começa com o primeiro passo, que é na administração de seu tempo. Algumas regras para a otimização do tempo são: atenção no que ouve ou faz, manter sempre a ordem, desprezar o inútil, pontualidade, usar ao máximo a agenda. Em seguida, um bom método de gerenciamento do tempo. Comece por um demonstrativo do tempo disponível, listagem das atividades por ordem de importância, faça cada coisa no seu tempo e pare enquanto houver tempo para correções.

As palavras chave para o seu sucesso são: Percepção – Conhecimento – Criatividade – Planejamento – Decisão – Ação – Tempo – Êxito. O ambiente externo (cliente, empresa que representa e concorrentes) é aquele que apresenta as maiores ameaças e riscos para o vendedor. Ele precisa neutralizá-las. O ambiente interno é composto pela própria essência do vendedor, sua vida pessoal. Mas sem esquecer que seu primeiro cliente está dentro de casa, e se ele não estiver satisfeito e totalmente envolvido com você na entrega, seu êxito ou fracasso dependerá diretamente disso para alcançar o resultado almejado.

Pensem nisso e até a próxima!

por José Renato Alverca (Blog MercadoRH http://mercadorh.blogspot.com.br/ e site http://rhdebates.com.br/)

Por que os colaboradores não fazem tudo o que se espera deles?

Vamos partir do princípio de que todo profissional deseja ser protagonista de uma excelente realização no trabalho que desenvolve. Afinal, ninguém sai de casa com o firme propósito de ter um dia sem graça, desmotivador e estressante, para chegar de volta feliz porque não realizou nada de agradável no seu trabalho.
 
Se considerarmos essa premissa como válida, seria de se esperar que cada um de nós conseguíssemos chegar ao final de cada dia de trabalho com uma sensação alegre de ter exercido o melhor do nosso potencial, tendo contribuído solidamente para o êxito das nossas equipes e de nossas organizações.

Porque será que as coisas não funcionam dessa forma ideal? Fácil responder dizendo que a perfeição ainda não pertence ao rol das construções humanas, como processos e sistemas; Da mesma maneira que somos seres complexos e multifacetados, de tal forma que, muitas vezes, nem mesmo nós sabemos decifrar nossos objetivos e vontades.

Se seguirmos a discussão nessa linha, não chegaremos muito longe, pois sempre teremos como justificar o que ainda não é perfeito. Ao invés disso, vamos tentar sistematizar um pouco o pensamento sobre as organizações e buscar um pouco de luz na experiência.

Ao longo de mais de 20 anos de profissão, Ferdinand Fournies – renomado consultor internacional – entrevistou cerca de 25.000 gerentes, buscando entender porque os resultados entregues nem sempre correspondem ao que foi solicitado.

Afinal, qualquer um na posição de gestão já experimentou o fato de oferecer uma diretriz de trabalho e obter de volta algo bem diferente do pretendido. Exemplos como cumprimento de prazos, acompanhamento de solicitações, atualizações de status e engajamento em tarefas, projetos ou grupos de trabalho, muitas vezes, são motivos de frustração entre gestor e colaborador.

Através de sua pesquisa, Fournies analisou e catalogou os motivos que levam a esse tipo de frustração. Este trabalho resultou na publicação de um livro em 2007 – Why Employees Don’t Do What They’re Supposed To and What You Can Do About It, que já possui versão em português.

Segundo Fournies, as principais razões que levam os trabalhadores a não executarem o que se espera deles são as seguintes. Aproveitei e tomei a liberdade de propor ações que possam endereçar uma melhoria em cada caso:

Acredito que uma boa prática seja revisar, periodicamente e através de um diálogo franco e aberto, como andam desempenho, satisfação, motivações, interesses e planos de futuro de cada parte – organização e indivíduo. Entendo que ambos precisem reafirmar os seus sentidos de propósito para continuarem tendo uma relação saudável e produtiva.

Roberto Andrade trabalha na indústria de TI (Tecnologia da Informação) desde 1984, acumulando experiência em liderança de equipes de alto desempenho, gestão de vendas, gestão de prestação de serviços, gerenciamento de ativos de software (SAM) e de gestão de processos de negócios.

Sua lista de afazeres está acabando com sua produtividade

Se você for pelo menos um pouco parecido comigo, sua lista de afazeres é uma mistura de palavras sem sentido (não lembro bem o que eu quis dizer com um item que diz apenas “fliperama”) e provas de meses de procrastinação.

Parece que, independentemente do quanto eu gostaria de ter um registro funcional de tarefas, meu cérebro conspira para que essa lista seja sempre uma bagunça inútil.

Acontece que a maioria das pessoas está sabotando inadvertidamente os próprios esforços para controlar as tarefas quando escrevem listas de afazeres de um jeito errado.

Para saber como fazer uma lista corretamente, consultei um quadro feito por pesquisadores do cérebro e especialistas.

Uma lista de afazeres funcional está ao alcance de qualquer um, e graças a esses atalhos cerebrais, talvez ela seja ainda mais fácil do que você imagina.

Escreva sua lista à mão

Existem muitos aplicativos disponíveis para vitaminar os itens de sua agenda, mas tente uma abordagem à moda antiga, com caneta e papel.

Cada vez mais pesquisas sugerem que escrever as coisas pode ajudar você a aprender ou decorar itens.

Uma razão possível: o ato tátil de escrever envolve diversas funções cerebrais, dando um outro caminho para um item ficar marcado na sua memória.

“Basicamente, é como fornecer uma dose dupla de memória”, disse Bennett Bertenthal, Ph.D. e professor de ciências psicológicas e do cérebro na Universidade de Indiana.

Escreva tarefas específicas e viáveis

Há um forte consenso entre os pesquisadores e especialistas de que quanto mais específico e viável for um item em sua lista de tarefas, maior será a probabilidade de que você possa cumpri-lo.

Muito disso se resume à carga cognitiva: se você está dando uma olhada na lista e vê um item vago, você ainda precisará tomar uma decisão sobre como lidar com ele.

Esse trabalho mental poderia bastar para que seu cérebro simplesmente enfiasse esse item na gaveta do “mais tarde”.

Em vez de escrever somente “Mãe”, escreva “Ligar para a mamãe para falar sobre a questão dos impostos”. Em vez de “Médico”, especifique “Ir buscar a receita no consultório do médico”.

Desmembre itens em tarefas menores

De acordo com John Williamson, professor assistente de neurologia na Universidade da Flórida, desmembrar os itens em blocos menores e mais passíveis de serem atingidos poderia ajudar.

Lidar com esses pequenos pedaços (lembre-se: você quer torná-los viáveis!) pode fazer com que você sinta que está fazendo um progresso real e recompensá-lo com pequenas vitórias e reforço positivo, o que torna mais fácil seguir sua lista de afazeres.

Torne isso um hábito

Se você conseguir transformar algo em um hábito diário – seja ir para a academia ou manter uma lista de afazeres –, parece que isso passa a não exigir muito esforço.

Segundo Williamson, nosso cérebro lida com esses “processos automáticos” de modo diferente do que com as tarefas que só precisam ser feitas uma vez, que se relacionam com outras funções neurológicas e exigem muito mais atenção e esforço.

Assegure-se de que a lista esteja sempre à mão

Se sua lista estiver trancada em algum lugar – bom, talvez você precise de outra lista só para lembrar de atualizar aquela outra –. “É por isso que os aplicativos são um bom mecanismo – eles estão sempre em seu smartphone”, disse Bertenthal.

Gosto do Clear (US$ 4,99, iOS) por causa do design simples e elegante e do aplicativo de notas Evernote (gratuito) porque ele se sincroniza com diversos aparelhos e plataformas.

Lute contra o falso planejamento

Trata-se do falso planejamento: os seres humanos tendem a subestimar a quantidade de tempo e esforço necessária para as próprias tarefas.

De acordo com Dan Goldstein, Ph.D., psicólogo e principal pesquisador da Microsoft Research, ser excessivamente otimista pode fazer com que itens demorem em sua lista e impedir aquela sensação de realização que faz com que seja fácil e divertido dar continuidade às listas.

“Uma forma sugerida pela literatura para combater isso é se perguntar quanto tempo outra pessoa precisaria para realizar determinada tarefa, pois as previsões sobre a realização de tarefas por outros tendem a ser mais exatas”, disse Goldstein.

“E como as pesquisas sugerem que as pessoas talvez sejam melhores ao medir o tempo necessário para realizar tarefas menores, é útil desmembrar um item grande em diversos passos e se perguntar quanto tempo cada uma dessas pequenas tarefas vai levar”.

Adicione isso ao coro de vozes que defende passos pequenos e alcançáveis em detrimento de projetos colossais.

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/sua-lista-de-afazeres-esta-acabando-com-sua-produtividade