De repente, uma fila de 10 mil pessoas na frente da empresa atrás de uma vaga de emprego. E agora, o que fazer?

dsc_5477Sem os devidos cuidados, essa situação pode facilmente se repetir, principalmente agora, gerando uma experiência negativa para os candidatos e empresa.
 
Por conta dessa crise que assola o Brasil, está surgindo um novo fenômeno social: muita gente em busca de emprego, não apenas os desempregados como também os seus familiares, cônjuges e filhos, que antes não estavam em busca de emprego.
 
Esse contingente está sempre se candidatado a vagas de emprego, em especial as consideradas atrativas, ou seja, em grandes grupos empresariais, principalmente em empresas de marcas muito famosas, podendo gerar grandes tumultos nos locais de recrutamento e um enorme volume de trabalho para as equipes de seleção de pessoal.

Veja aqui dois casos recentes:

  • Anúncio de vaga de emprego atrai mais de 10 mil pessoas: http://goo.gl/vT13TJ
  • Fila de emprego (para 200 vagas numa construtora) com mais de 3 mil pessoas termina em confusão na zona norte do Rio de Janeiro: http://goo.gl/SAe6hr

Desnecessário citar casos de concursos públicos no Brasil e em outros países, como esse caso emblemático na Índia (http://goo.gl/FetSEj) que atraiu nada menos que 2,3 milhões de pessoas.

Em verdade, segundo levantamento feito pela Fipe, o número de vagas de emprego abertas no Brasil caiu 14,1% em junho de 2015, em relação a junho de 2014. Ou seja, menos ofertas de emprego para um contingente ainda maior de desempregados.

Mas há uma saída e ela sempre passa por um bom planejamento e pela ajuda de especialistas em recrutamento e seleção em grande volume que já tenham efetivamente participado de processos semelhantes.

Além disso, temos que contar com ferramentas de tecnologia que, além de serem comprovados instrumentos de avaliação:

  • Filtrem, logo no início do processo, todos os candidatos fora do perfil, fazendo com que seu processo de seleção seja concentrado nos candidatos certos;
  • Não apenas reduzam o trabalho da equipe de recrutamento e seleção e que, em consequência, se possa realizar o mesmo trabalho com uma equipe menor de profissionais, como também
  • Impactem positivamente todos os candidatos ao longo do processo de recrutamento e seleção.

Tomando esses cuidados, evita-se tumulto na porta da empresa e, mesmo tendo a presença no processo de um enorme número de candidatos menos adequados, ainda assim é possível encontrar os melhores talentos e entregar processos de seleção com um melhor custo-benefício.

Augusto Calado Costa é ex-CEO da Manpower (www.manpower.com.br).

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